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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Classificação de Baltimore



Classificação de Baltimore                                                               

Sistema de Classificação de Baltimore, criado por David Baltimore, é um modo de classificação que ordena os vírus  com base na característica do seu genoma e na forma como este é transcrito a mRNA. Neste sistema, os vírus são agrupados da seguinte forma:

  1. Classe I: DNA de fita dupla (Herpesvírus, Adenovírus) 
  2. Classe II: DNA de fita simples (Parvovírus) 
  3. Classe III: RNA de fita dupla e segmentado (Reovírus)
  4. Classe IV: RNA de fita simples sentido positivo - RNA+ (Picovírus e Coronavírus)
  5. Classe V: RNA de fita simples sentido negativo - RNA- (Rhabdovírus, Paramyxovírus)
  6. Classe VI: RNA com transcrição reversa (Retrovírus ou HIV).

 

sábado, 13 de julho de 2013

Prova da DNAse: Identificação de Staphylococcus aureus

O teste de DNase é usado para detectar a degradação do Ácido Desoxirribonucleico (DNA), contido no meio de cultura, por bactérias que possuem uma enzima extracelular, a desoxirribonuclease, responsável pela reação. 
A enzima quebra o DNA em subunidades compostas de nucleotídeos. 
O teste é útil para diferenciar Serratia do gênero Enterobacter; Staphylococcus aureus de Staphylococcus coagulase negativa e Moraxella catarrhalis de espécies de Neisseria. 
Após a incubação do meio com a cepa do teste, a placa é inundada com ácido clorídrico que, por sua vez, provoca a precipitação do DNA polimerizado, tornando o meio opaco. Os organismos que degradam o procedimento do DNA produzem uma zona transparente em volta da área de crescimento. 
Sendo assim, a zona clara em volta da colônia indica reação positiva. Caso não haja atividade dessa enzima o HCl reagirá com o ácido nucléico intacto, formando um precipitado.


Correção: aos 36 segundos do vídeo falei a palavra "catalase", mas na verdade quis dizer "DNAse".

sábado, 20 de outubro de 2012

Características gerais dos vírus



Vírus são os menores agentes infecciosos existentes. Há controvérsias quanto à classificação dos vírus de serem ou não seres vivos. Na verdade, a atual definição de ser vivo é "qualquer coisa capaz de se reproduzir, evoluir e manter um metabolismo (isto é, produzir energia quando come ou respira)" - o que não é o caso dos vírus.
Estes seres, assunto deste post, não são capazes de ter vida fora de uma célula. Em outras palavras são parasitas intracelulares obrigatórios. Para se replicarem utilizam a maquinaria de uma célula pela qual eles têm tropismo, induzindo à síntese de proteínas para transferir seu genoma para infectar outras células.
Quando não estão parasitando se encontram na forma inerte ou cristalizada.
Não são eucariontes nem procariontes.

Estrutura                                                                                                                                  

Os vírus possuem duas estruturas básica: capsídeo e genoma.

Um vírus completo, ou seja, com estas duas porções, é chamado de vírion.


O capsídeo é a parte proteica de um vírus, formada por estruturas monoméricas denominadas capsômeros.
As funções do capsídeo são:

  • proteger o ácido nucleico
  • fixar a partícula viral à célula hospedeira
  • promover antigenicidade específica
  • determinar a simetria estrutural
  • transferir o genoma de uma célula viral a outra